segunda-feira, 15 de junho de 2009

A Cara do Brasil?

Vou generalizar. Vou errar. Vou pressupor e fazer uma regra das observações limitadas...porque vou falar sobre "a cara do Brasil," e isto é intrinsicamente problemático. Mas parece que todo mundo está tentando resolver esta questão: o que é, exatamente, que compõe e representa o povo brasileiro? Brasil tem uma história quase única de miscigenação e uma grande diversidade racial. Tem questões importantes de divisões entre classes sociais e económicas. Tem uma cultura que da muita importância à música e dança, literatura e outras formas de arte. Tem uma cultura que simultâneamente foi construida, em parte, pelo série das ditaduras militares. Todas estas coisas, e milhões mais, têm que entrar no pensamento e na discussão sobre a cara do Brasil. Só que não quero falar dessas coisas, principalmente porque não sou uma especialista em nada disso, e também porque há montes de livros sobre tudo que podia imaginar em relação a isso. Vou falar aqui somente sobre a cara do Brasil que estava me encarando durante estes últimos 6 meses em Salvador.

Bom. Essa cara está impressionantemente focada em examinar-se, na minha opinião. Embora tem um aspeto de vaidade nisso, não é só isso que estou anotando; é mais uma crise de identidade. Todas as aulas em que já participei aqui no Brasil têm falado sobre a dificuldade de definir o povo brasileiro. Para mim, o que é mais anotavel do que a existência desta dificuldade é a preocupação com ela. Pode ser que sim, há uma diversidade tão grande no povo brasileiro que nem podemos considerar-la totalmente com os nossos cérebros limitados. Isto não duvido. Mas por que passamos tanto tempo circulando sobre esta questão impossível, então? Por que não temos um foco maior no papel da ONG na cultura brasileira--que também é bastante complicado--ou no desmatamento que está acontecendo agora na floresta amazônica? Como é que chegamos a ter uma consciência tão universal (aqui no mundo acadêmico brasileiro) sobre somente UMA das coisas complicadas que têm a ver com este pais, este continente, este mundo? "A cara do Brasil." O meu raciocínio está dizendo que a coisa mais definitiva sobre a cara do Brasil é que--por qualquer coisa que é--gosta muito de olhar-se no espelho.

É importante ter uma boa ideia de quem você é. É importante sentir pertencimento a uma cultura que tem definições de costumes, comidas, tradições familiares, artes. Mas é interessante para mim que Brasil parece que tem muito mais dessas coisas do que os EUA, mas Brasil também parece que tem muito mais desconforto com aquelas coisas culturais que não são tão bem definidas. Várias pessoas aqui em Salvador falam comigo que eu não "pare[ço] americana" porque eu sou morena, porque eu sou Indiana também. Por mais, essas mesmas pessoas falam que por isso, eu tenho cara de brasileira. Eu acho ridículo falar duma coisa tão absurda como "a cara de americana" porque existem MUITAS raças, estéticas, etc. diferentes. Existem estas coisas também, igualmente forte no Brasil, mas aqui parece que provocam inseguranças da identidade que deixam as pessoas procurando eternamente um retrato adequado para colar em frente do rosto e chamar-se a cara do Brasil.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Roteiro de Salvador

É dificil apresentar uma cidade a uma pessoa que: 1. Não conhece o lugar ainda; 2. Não fala a língua; e 3. Não vai ficar mais do que 7 dias. Fiquei nesta dificuldade algumas semanas atrás, quando uma das minhas amigas de coração veio de Buenos Aires para me visitar em Salvador. Graças a Vishnu, ela é uma pessoa super-agradável...mas ainda estava sentindo muita pressão para lhe impressar bem. Ela pagou não sei quanto dinheiro na passagem, e por mais, ela teve que tirar um visto especialmente para esta viagem. Para mim. Para ver Salvador. Para conhecer Brasil pela única vez, talvez na vida. QUE SITUAÇÃO.

Me senti como se eu estivesse conhecendo a cidade pela primeira vez, também...pensando nos lugares mais legais para mostrar, enfrentando uma chuva intensa, esperando que a minha amiga não ia ser roubado, entre outras coisas. Mas enfim, descubri um lado do Salvador que, felizmente, não posso esquecer nunca. O seguinte é o que fizemos, e na minha opinião, é mais ou menos o melhor de Salvador:

Dia 1: Fomos andando pela Avenida Sete de Setembro, do Garcia até Pelourinho. No caminho, nós paramos para ver o Teatro Vila Velha, a Biblioteca Portuguesa (da leitura), e vários monumentos e predios históricos em Pelourinho. Tomamos um sorvete delicioso, uma cervejinha num café legal, e depois nos perdemos (sim, recomendo isso também!). Logo nos achamos descendendo uma ladeira esquisita, cheia de lojas que vendem tecidos do todos os tipos. Continuamos descender, e acabamos chegando no Comercio, perto do Mercado Modelo. Andamos pela área, ascendemos o elevador, e depois voltamos para casa pelo ônibus.

Dia 2: Fomos para a minha aula de Português à UFBA :) e depois andamos até a praia em Ondina. Cumprimentamos as Gordinhas, e ficamos dentro do mar apreciando as ondas violentas e a luz maravilhoso do pôr-do-sol. Depois disso, conhecemos um casal na barraca perto da gente a seguimos para Fran's Café para tomar um café e estroganoff maravilhoso. Voltamos para casa no ônibus, e saimos de noite para um barzinho ao lado da casa com amigos.

Dia 3: Nos acordamos tarde e fomos para surfar em Vilas do Atlántico. Pegamos várias ondas e ficamos lá até a noite. Depois comemos uma pizza boa no Rio Vermelho, e voltamos para casa para dançar, jogar capoeira, e tocar uma música com os instrumentos tradicionais. Foi legal!

Dia 4: Visitamos Barra, para ver o Porto, as fortes, e as lojinhas na rua. Tomamos um açaí (no ponto de açaí) para que ela conheça. Almoçamos no Shopping Barra com um professor da música da UFBA (quem por acaso é o ex-marido da minha mãe aqui), e depois ele levou a gente para casa e nos deu uma lição de violão.

Dia 5-6: Fomos para Morro de São Paulo (ok, não é Salvador, mas é perto e imperdível!), através da ilha da Itaparica. Saimos da casa às 5 horas da manhã, chegamos lá algumas 5 horas depois, e aproveitamos o dia...compramos biquinis, deitamos na praia, tomamos caipirinhas, e jantamos tarde num restaurante maravilhoso com boa música ao vivo. O próximo dia, a gente ficou na ilha até tarde, conhecemos um Michael Jaqueson na praia, conversamos, e saimos no barco para chegar em casa às 22:00, mais ou menos.

Dia 7: Fomos para Perini para comprar algumas coisas para cozinhar. Vinho, ingredientes para um curry de ovo e verduras, salmão, temperos, sorvete de coco com manga e pistachio. E passamos o dia inteiro cozinhando, preparando, e nos divertindo na companhia mais agradável que posso imaginar. Tem muito mais para fazer em Salvador, certamente, mas não acredito que esta visita poderia ter sido melhor.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Nos cantos de nossas casas



Você tem medo?...

Roteiro de Salvador

Farol de Barra
Será que há um melhor lugar para començar uma viagem de Salvador? Veja no morro o nascer de sol. Leve pão e queijo para alimentar seu día. Tome um pequeno naho se quiser acordar.

TV Itapuã
Com permissão, entre aqui para assistir as notícias do dia em vivo. Com sorte você será entrivistado sobre o cotidiano Baiano.

Candomblé
Um pouco distante do TV são vários condomblés na avenida Vasco da Gama. É uma oportunidade de participar em hístoria viva de Salvador e ver uma celebração religiosa estranho para olhos occidentais.

Rio Vermelho
Descanse aao lado do mar e tome uma cachaça sabor banana. Tome acarajé de sua baina preferida. Troque experiencias com seus compheiros onde Jorge Armadoi frequentou.

Salvador Shopping
Seja fiel a esta catedral de o consumarismo. Se tiver compra pra fizer, o shoppinh será um òtimo lugar a satisficar seus desejos. Aqui muitos filmes são exibidos.

Parque dos Namorados
Volte á costa linda e o oceano Atlântico para um parque tão linda, que eles reservaram exclusivamentre para aqueles que o apreciariam mais.

Estádio de Pituaçu
Se for dia de jogo, fique atente para da cor da sua ropa antes de ir ao estádio novo. Tambêm prepare sua garganta para um dia comprido. Não importa calor nos assentos baratos por que você tem um boa chance a receber uma ducha de cerveja.

Mont Serrat
O melhor pôr-de-sol de sua vida será aqui. Leve três bolas de sorvete de Ribeira e um(a) narmorado(a) que achou no Parque dos Namarados. Seu coração derretará tambêm.

Primeiros Textos

1.) O que faz de eu eu são os interações entre o mundo e eu, porém como codifico as experiências e depois como respondo a elas. Todo que "faz de você você" - língua, compartamento, personalidade, papel social - é baseado no ponto de encontro com o mundo. Na verdade, todos temos sidas engracaçados, tímidos, egoístas, inteligentes, e agressivos, dependo do que requerer a situação. Com certeza a genética influencia a personalidade como a qualidade e avaliabilidade de pedra determina a qualidade de prédio. Mesmo que tenhamos uma casa construída em nossas cabeças, podemos usar os quartos por un infinito numero de coisas - e convidadar quem quisermos. Por isso, valem mais as experíencias da vida do que a biologia interna por que temos poder de mudar mais aquelas. Concordo com o artigo que amigos têm maid influencia na vida cotidiano duma adolescente, mas acho que interações entre crianças e pais são muito importantes, embora não evidentes, a fazer a pessoa. Educação para mim é mais uma passatempo necessário para o construção da pessoa dentro de vida social e da vida trabalhadora.

2.) Tenho tido uma experiencia diferente do estudo das minhas colegas porque falei portugûes em casa desde que era criança. Minha avó morava comigo, e como ela imigrou com idade, só sabía portugûes. Minha mãe falava inglês e portugûes, para mim falava uma mistura das lìnguas, portugûes com a vida dentro de casa e inglês sobra as coisas fora. Minha lingua desenvolveu como maniera de expressar desejos básicos entra a família, não de comunicar com amigos. Então, enquanto entendia todo minha família dizia, não era capaz de ler, escrever, o falar formal. Acho que se tivesse tendado ler o imersar em um país que fala português, teria desenvolvido a lingua mais. Por dez anos meu habilidade não mudou muito até tomar aulas na universidade, depis que tomei aula de espanhol que me deixou meio atrapalhado. Era como se tivesse aprendido a gramática de portonal as vezes em dia escrevo espanhol quando penso em português. Mutios anos falar português sem minha mãe corrigir tem deixado um impressâo dentro do concreto que está secando com os anos.

Primeira Apresentação

Minha apresentação é baseada em uma pesquisa que eu fiz para meu blog domingo. É sobre a Igreja de Bonfim, tão popular com a gente e conhecido pelos turistas que,como eu, amarram fitinhas de "lembranças de Bonfim" em seus punhos. Meu ônibu, que eu peguei bem cedo, parou em um grande engarfamento que me obrigou a sair e andar a pé. Passou pouco até chegar a um caminhada de povo atrá dos trio-elétricos com padres en cima. A caminhada chegou em a igreja, onde havia mais de mil pessoas em frente. Os portões de aço na frente do igreja era um arco-iris das fitinhas. Não dava para ver através dos buracos no muro. Tantas fitinhas faz difícil perceber o multidão dos desejos presente naquele momento. Não posso imaginar quais são os temas presentes nas fitinhas. Adentro, a igreja é menor do que achava, mas cheia de história e pessoas vivas. O corredor à direita dava para uma sala que me interessava: os ex-votos. Ex-votos são ofertas que o povo dá a Deus, nesta caso Senhor de Bonfim, para um desejo ou oração alcançado. Como as fatinhas esperam o futuro, ex-votos agradecem por "ajuda divino" talvez conhecido como um milagre. O tema dominante é sobre doenças, manifestado nas esculturas de cabeças, pernas, braços, pés, pendurados no teto. Não achei essas objetos poderesos porque todos são iguais - não são feito de forma de a pessoa na realidade. Se fossem assim, ainda que sentiría extranho a ao ver, sería mais uma lembrança forte. Os muros do quarto, ao meu ver, são com mais verdadeiros porque são fotos das pessoas próprias involvida no milagre. As fotos incluem retratos de carteira. anônimos sobre o tema da ajuda pedido a Bonfim, e fotos maiores tirados em hospitales, fotos de bebê, casais, e outros que tambêm escondem segredos - seja o conteúdo do foto explicito o implicito - sobre a história de cada pessoa. Tambêm estendido ao comprimento do teto são objetos, como cadeiras de roda ou uma raquete de tênis doados para igreja. Acompanhando algumas ex-votos veem-se textos agradecendo ao Senhor do Bonfim e as vezes explicando o que aconteceu. Umas referem-se a situações cotidianos porêm emocional de uma maneiro que nos conhecemos. Outras são simplesmente incríeveis e se deixa em pensamento - como sería se fosse mim? O quarto estava cheia de gente da festa com semblantes sérios admirando foto po foto as pessoas que eles talvez não conhecem. Por mim, era como uma exibição de arte popular, não por causa de forma o cores, mas por o conteúdo das imagens visuais. É parte da hístoria coletiva do Brasil e Bahia, hístoria cujo não sabemos o fim. Sabemos se o milagre permaneceu na cada vida, o se era um milagre de certo no início. Mas é uma documentação do míseria e fé humano. A esprança de algum "bom fin". E as fitinhas indicam que temos mais para desejar.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Resposta a O Cinturao de Graciliano Ramos

Em relação ao texto de Graciliano Ramos, “Um cinturão”, acho que aunque a experença dele foi traumatica e talvez mais comum na epoca dele que no presente, desafortunadamente situações como aquela ainda existem. Uma mudança que aconteçeu desde a escrita deste texto talvez seja a implementação o mudança das leis governamentais declarando estas práticas abusivas, e em algúns casos, ilegais. Alem do governo ter um efeito maior nestos casos, eles como um corpo governante, teoricamente, respondem as mudanças do pensamento do povo. Por exemplo, mais recentemente, um número maior de jovems tem realizado quais são seus direitos frente a lei e as vezes, se temor não lhes impede, reclaman aquele caso de abuso. Claro, os contextos culturais mudam de caso em caso, requerindo uma análise particular por cada situação. Talvez a maneira em que o abuso infantil é definido no Brasil seja diferente de como é definido na India ou nos Estados Unidos e, como resultado, as leis protejendo as crianças são sujeitas a aqueles contextos culturais.
Achei interessante no texto como Graciliano notou que a avó dele condenava aquelas práticas, ainda sendo de uma geração mais velha. Aunque tem hávido varias mudanças no curso do tempo contemporaneo, no final são os mesmos pais e parentes que determinam que tipo de disciplina é apropriada e devem implementar – lembrando que seja a que for, terá um efeito no tipo de relação entre os parentes e filhos. Por exemplo, se a familía acha que disciplina maiormente física é a mais apropriada em cada caso requerendo de disciplina, é mais provável que aquela criança, como no exemplo de Graciliano, tenha um temor insaudavél daquele que impõe a disciplina e, resultantemente, afeite a estabilidade psicológica da criança no presente e no futuro.
Sem dúvida, em geral, o pensamento moderno (mas talvez não sempre a prática) tem mudando. Os relacionamentos entre parentes e filhos nestas gerações recentes parecem ser menos baseadas no temor mesmo, e mais num respeito de idade ou um respeito que sãe de um relacionamento que equilibra a amizade com o trabalho de ser pai. A mudança tem acontecido e continua a acontecer dos dois lados: dos parentes que talvez querem uma relação diferente com seus filhos que aquela que eles talvez tiveram com seus propios pais, e também das crianças mesmas educando-se sobre seus direitos. Seria interessante analizar a mudança destos relacionamentos no Brasil, e também como concentram-se em areas diferentes do país como o interior em contraste com as cidades. Otros analises interessantes seriam a comparação do Brasil a outros países da America Latina, e estudos sobre a mudança nos números de casos de abuso reportados desde a mudança das leis protejendo as crianças nestas situações.